domingo, 14 de novembro de 2010

"ô, Jah Jah, me leve..."

Viajar é preciso! Por sorte (e providência) encontrei um parceiro no amor que é parceiro dessa idéia (e de tantas outras). Nosso último encatado destino foi o Sana. Fico triste quando vejo lugares raros sendo descobertos por tanta gente...fica meio banal. Mas, essa idéia sempre adormece quando chego lá, porque continua raro. Me sinto privilegiada por ter acesso de um jeito não tão simples, mas rápido, a essa natureza bela. Sempre agradeço a Deus pela dádiva.


O final de semana era comum - mas de uma especialidade a nós desconhecida pelos outros - por isso, o lugar estava vazio, com uma tranquilidade que só o Sana possui. Acampamos à beira-rio e, meu Deus, que êxtase é dormir e acordar com o barulho da água corrente. Melhor ainda acordar com um carinho e um sorriso de sono ali do lado...

Destaco para a noite de caminhada sinistra no escuro até o sítio do Dom Luiz , o baralho interminável à luz da lanterna e o banheiro cheio de sapos. A cachoeira era nossa, o miojo era nosso. A cachorra não era nossa, mas se chamava Frô.
Tudo possuía um tom mágico, como deveria ser. Meu namorado me diverte e faz bem. Ele fez a diferença naquela viagem e faz a diferença em tudo!

Agora a gente volta lá qualquer hora, mas segue planejando outros rumos...ainda temos muito tempo, afinal, é daqui até a eternidade!


(em 29/09/10 - depois disso, já voltamos...rs)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

tô com pregui

aí eu comecei a editar o design da página e não terminei.
por enquanto fica assim.
qualquer hora eu tomo mais cuidado com isso aqui..ainda não dá.

=)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

O choro

, uma merda.
O olho arde, o nariz não pára de escorrer, as vias aéreas ficam entupidas e cara fica pior que o meu omelete mal-sucedido.
É claro que o choro é consequencia do sentimento: bom ou ruim, ele é o estopim do coração. Vontade de chorar é uma bacia cheia carregada por um bêbado.
Me intriga, porém, o porquê do olho. Venham lá as explicações científicas, mas sou uma pessoa - como diz a minha velha e boa antropologia - antes qualitativa que quantitativa. Careço de subjetividade e de inexatidez. De uma explicação que não procede e vem de lugar algum.
O olho, enfim.
Talvez porque veja.
Ver é um privilégio tão grande para umas simples bolinhas gelatinosas, que merece suas consequências. Parece-me que cada parte do corpo recebeu seu dom e sua maldição. Como fosse o cérebro um grande feiticeiro e determinasse as ordens: " unhas! Serão pintadas, porém encravadas; seios! Darão leite, mas cairão; olhos! Verão todas as coisas que puderem, mas de vocês jorrará água! Vai arder! O nariz também vai sofrer! E a culpa é do coração!"

A história é pra eu distrair do choro (afinal, os cegos também choram...). Mas o corpo sabe, desde sempre, porquê chora.
O neném chora querendo peito. A gente chora querendo leito.
Depois, a gente dorme de cansaço...saciados ou em cacos.


Penso? Ok.
Existo? Tenho dúvidas.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

thousand ways of talking



Mãe: "Tá tudo alagado. Estamos saindo de casa."
Eu: "..."
Eu: "E os livros?"

E foi por aí que se desenrolou nossa conversa; eu lá, eles cá. Sei que tô meio atrasada na notícia pros daqui - apesar de tantos já saberem-, mas como ando atrasada em tantas outras, vá lá. Eu conto porque não dói. É triste, estranho...mas não dolorido. Porque a minha família é fora de série, sempre me surpreendo com suas capacidades de serem tranquilos e encarar tudo com a calma de quem olha o pôr-do-sol. Minha tensão vai pras cucuias e eu me rendo ao sorriso em meio ao caos. Eu sei, eu sei...sei que é o Senhor. Conto e repito, porque as coisas mudaram. E mudanças são mudanças, preciso redundar a significância [eu escrevo aqui, ou ali, pra não esquecer. Porque eu esqueço, mesmo. Esquecer não é legal, as pessoas te cobram. E nem todo mundo tem a paciência que o meu digníssimo tem de lembrar o que esqueci no segundo passado, repetidamente (thanks, sweet, te amo)]. Mudar de ótica é necessário pra reinventar a vida, a ferida, a lida, a saída...

Domingo é aniversário da Thaís, minha hommie. Dei-me conta de que quase nuca falo dela, e ela sempre merece. Tenho disso do descuido. Que feio. Mas ela sabe. Sabe que eu adoro o jeitinho dela de acordar e dar bom dia. Do seu talento culinário pra preparar o miojo e a lasanha mal cozida. Do retardo mental partilhado, risadas, conselhos e o gingado. Ela é linda e cuida. Me incentivou à depilação e ao romance. Me viciou em chocolate e, inexplicávelmente, tornou-me três vezes mais desastrada. Acho super divertido a despreocupação dela de andar em casa sem roupa, com a porta da área aberta (não sei se podia, contei). Beijo na ponta do nariz de batata da mister mula. Bonita, elegante e estúpida. Parceira do meu casamento branco. Amo.

Obrigada às pessoas que lêem o blog, mas que não seguem nem comentam e vem me contar. Obrigada por gostarem e me dizer e por não gostarem e me dizer.
Eu vou escrevendo quando dá e quando não. Fiquem sempre, por favor.

Vou fazer uma tatuagem, logo.

Carinho, sorriso e olhem o pôr-do-sol.


Wal.

quarta-feira, 10 de março de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

abre parênteses

comer pão de queijo, tomar lactobacilos vivos e ouvir for fun para lembrar da idade retardada com a minha prima (é claro, atento para sua risada cômica e desesperada), é óbvio, não tem preço.

fecha parênteses

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Coquetel Cultural


Hoje tem a gente lá. A gente porque sem os meninos não ia rolar. Ensaiamos que nem uns cachorros e ficou tudo redondinho (engraçado é quando fica também sem ensaio)! O quadrado é improviso, tá valendo.
Beijo pra eles. Eles: Pedro Toledo, Wallace França, Renan Quintanilha, Phillipe Negão. Thaís, irmã/parceira/hommie, obrigada pelas fotos e por me usar de teste. Nath: você! Sem comentários pra make. Diego Cupello, edição, brigada. Lu, pelas cadeiras, caronas, sorrisos, mordidas e paciências com a minha falta de tempo (e ignorâncias caninas), obrigada...sempre.
Saudade dos comparsas das bandas teatrais! Sem vocês não dá, o coração aperta!

Gente, vai lá.
Tá bonito pra caramba. Chega cedo.
Confere a programação aqui, ó.

Beijo pro'cês!